domingo, 10 de julho de 2011

Sistema endócrino

SISTEMA ENDÓCRINO

INTRODUÇÃO

Controla diferentes funções metabólicas do organismo, como o controle da velocidade das reações químicas nas células ou o transporte de substâncias através das membranas celulares ou outros aspectos do metabolismo celular, como o crescimento e secreção.
NATUREZA DO HORMÔNIO
O hormônio é uma substância química que é secretada para os líquidos corporais por uma célula ou um grupo de células que exerce efeito de controle fisiológico sobre outras células do organismo.
Alguns são hormônio locais, enquanto outros são hormônios gerais. Dentre os exemplos de hormônios locais destacam-se a acetilcolina, liberada nas terminações nervosas parassimpáticas e esqueléticas; a secretina, que é liberada pela parede duodenal e transportada pelo sangue até o pâncreas, onde provoca a secreção pancreática aquosa; a colecistocinina, liberada pelo intestino delgado e transportada até a vesícula biliar, onde provoca sua contração, e até o pâncreas, onde induz a secreção de enzimas; e muitos outros. Estes hormônios exercem efeitos locais específicos, daí sua denominação de hormônios locais.
A maioria dos hormônios gerais é secretada por glândulas endócrinas específicas. A epinefrina e a norepinefrina, ambas secretadas pela medula supra-renal em resposta a estimulação simpática. Esses hormônios são transportados pelo sangue para todas as partes do organismo e induzem muitas reações diferentes, a contrição de vasos sangüíneos e a elevação da pressão arterial.
Alguns hormônios gerais afetam todas ou quase todas as células do organismo; como exemplo, podemos citar o hormônio do crescimento do lobo anterior da hipófise, que induz o crescimento de todas ou quase todas as partes do organismo, e hormônio tireóideo da glândula tireóide, que aumenta a velocidade das maioria das reações químicas em quase todas as células do corpo.
Outros hormônios só afetam tecidos específicos, denominados tecidos-alvo por serem os únicos a possuir os receptores específicos que irão fixar os respectivos hormônios, a fim de iniciar suas ações. Assim por exemplo, a adrenocorticotropina do lobo anterior da hipófise estimula especificamente o córtex supra renal, ocasionando a secreção dos hormônios córtico-supra-renais, enquanto os hormônios ovarianos exercem efeitos específicos sobre os órgãos sexuais femininos, bem como sobre as características sexuais secundárias da mulher.

HORMÔNIOS DO LOBO ANTERIOR DA HIPÓFISE
1. 1. Hormônio de crescimento: promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do organismo.
2. 2. Corticotropina: provoca a secreção de hormônios córtico supra-renais –pelo córtex supra-renal.
3. 3. Hormônio tíreo-estimulante: induz a produção de tiroxina e de triodotironina pela glândula tireóide.
4. 4. Hormônio folículo-estimulante: determina o crescimento de folículos nos ovários antes da ovulação, promove a formação de esperma nos testículos.
5. 5. Hormônio luteinizante: realiza importante papel na ovulação; além disso , induz a secreção de hormônios sexuais femininos pelos ovários e de testosterona pelos testículos.
6. 6. Prolactina: promove o desenvolvimento das mamas e a secreção da pele.
HORMÔNIO DO LADO POSTERIOR DA HIPÓFISE
1. Hormônio antidiurético (também denominado vasopressina): causa a retenção de água pelos ríns, com conseqüente aumento no teor de água no organismo; além disso, quando presente em altas concentrações, provoca constrição dos vasos sangüíneos em todo o corpo e eleva a pressão arterial.
2. Ocitocina: provoca a contração do útero durante o parto, talvez ajudando expelir o recém - nascido, contraem também as células miopiteliais nas mamas, expulsando o leite, quando o lactente suga.
HORMÔNIO DO CÓRTEX SUPRA-RENAL
1. Cortisol: exerce múltiplas funções metabólicas no controle de metabolismo das proteínas, carboidratos e gorduras.
2. Aldosterona: reduz a excreção de sódio pelos ríns e aumenta a excreção de potássio, aumentando assim, o sódio corporal, enquanto diminuía quantidade de potássio.
HORMÔNIO DA GLÂNDULA TIREÓIDE
1. e 2. Tiroxina e triiodotironina: aumenta a velocidade das reações químicas em quase todas as células do organismo, elevando conseqüentemente, o nível geral do metabolismo corporal.
3. Calcitonina: promove a deposição de cálcio nos ossos, diminuindo assim, a concentração de cálcio no líquido extracelular.
HORMÔNIOS DAS ILHOTAS DE LANGERHANS DO PÂNCREAS
1. Insulina: promove a entrada de glicose na maioria das células do corpo, controlando, o metabolismo da maioria dos carboidratos.
2. Glucagon: aumenta a liberação hepática de glicose nos líquidos corporais circulantes.
HORMÔNIO DOS OVÁRIOS
1. Estrogênio: estimulam o desenvolvimento dos órgãos genitais femininos, das mamas e das características sexuais secundárias.
2. Progesterona: estimula a secreção de " leite uterino " pelas glândulas endometriais do útero, além disso, ajuda a promover o desenvolvimento do aparelho secretor das mamas.

HORMÔNIOS DOS TESTÍCULOS
1. 1. Testosterona: estimula o crescimento dos órgãos sexuais masculinos; além disso, promove o desenvolvimento das características sexuais secundárias do homem.
HORMÔNIO DA GLÂNDULA PARATIREÓIDE
1. Paratormônio: controla a concentração de íons cálcio no líquido extracelular ao controlar (a) a absorção intestinal de cálcio, (b) a excreção de cálcio pelos ríns, e (c) a liberação de cálcio no osso.
HORMÔNIO DA PLACENTA
1. Gonadotropina coriônica humana: promove o crescimento do corpo lúteo e a secreção de estrogênio e de progesterona pelo corpo lúteo.
2. Estrogênios: promovem o crescimento dos órgãos sexuais da mãe e de alguns tecidos do feto.
3. Progesterona: promove o desenvolvimento especial do endométrio uterino antes da implantação do óvulo fertilizado; provavelmente , promove o desenvolvimento de alguns dos tecidos e órgãos fetais ; e ajuda a promover o desenvolvimento do aparelho secretor das mamas da mãe.
4. Somatomamotropina humana: promove, provavelmente , o crescimento de alguns tecidos fetais e ajuda no desenvolvimento das mamas da mãe.
Com base nesta introdução ao sistema endócrino, torna-se evidente na maioria das funções metabólicas do organismo é controlada, de um modo ou de outro, pelas glândulas endócrinas.

Sistema Nervoso

SISTEMA NERVOSO

O sistema nervoso é dividido em : Sistema Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central.
A medula serve como centro de integração de reflexo. Ex: reflexo patelar, reflexo da retirada.
NERVOS CRANIANOS: São encontrados no cérebro e tronco encefálico.
NERVOS ESPINHAIS: São encontrados na medula espinhal
GÂNGLIOS ESPINHAIS: É um conjunto de axônio de neurônio ligados a medula espinhal.
O tecido nervoso é composto :
o NEURÔNIO: Especializado na produção e condução de estímulos nervosos (P.A).
o CÉLULAS GLIAIS: Responsáveis pela formação da bainha de mielina para o neurônio, nutrição do neurônio, fazer citoarquiteturas, manutenção e proteção.
Bainha de mielina: encontra-se no axônio do neurônio e sua finalidade e o aumento da velocidade da transmição.
Nutrição: nutri os neurônios específicos.
Citoarquitetura: é responsável pelo formato do sistema nervoso, são " células gliais ".
Manutenção: preenchimento dos espaços em caso de lesão.
Microbia: responsável pela defesa do cérebro, uma variação das células gliais.
A medula é achatada no sentido antero posterior, tem aproximadamente 45cm num adulto. O limite superior é o " Forame Magno ", e o limite inferior é o" L2 ".
Na região central da medula existe o " H " medular ( substância cinza ) em volta do " H " medular é formado por funículos ( substância branca ).
Substância Cinza: é o conjunto de corpos de neurônios. A parte cinza tem muita proteína causando a cor cinza.
Substância Branca: conjunto de axônio.
FUNÇÕES DA MEDULA ESPINHAL
Centro de integração de reflexo.
ARCOREFLEXO
Característica
o Policinaptico: mais de uma sinapse
o Poliseguimentar: mais de um segmento (L3 , L4 e Forame Intervertebral )
o Unilateral: resposta do mesmo lado do estímulo.

Drenagem Lifática Manual

Drenagem linfática manual

Você já deve ter ouvido falar bastante em drenagem linfática, principalmente se está pretendendo se livrar daquelas gordurinhas tão indesejáveis que lhe atormentam a vida.
O que é drenagem linfática?
A drenagem linfática possui diversas aplicações no campo da beleza. É um método fisioterapêutico de massagem altamente especializado, feito com pressões suaves, lentas, intermitentes e relaxantes, que seguem o trajeto do sistema linfático. Tem por objetivo aprimorar algumas de suas funções, trazendo vários benefícios, como redução de edemas linfáticos, inchaços pós-operatórios, lipedemas, celulite, retenção hídrica, acne, entre outros problemas. Ao mesmo tempo proporciona a regeneração e a defesa dos tecidos, aumentando a diurese e a eliminação de toxinas, desenvolvendo o equilíbrio do organismo.
Melhora as funções essenciais do sistema circulatório linfático mediante manobras precisas que acompanham os trajetos linfáticos, não sendo necessária a compressão dos músculos. A principal finalidade é mobilizar a corrente de líquidos que está dentro dos vasos linfáticos. Essa pressão leve e intermitente deve ser realizada de forma rítmica e seguir sempre o sentido fisiológico da drenagem da linfa. O método pode ser realizado por médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e esteticistas, daí a grande importância do conhecimento desse trajeto pelos profissionais para o sucesso do tratamento. Do contrário, nada feito. Ou melhor, o efeito pode ser contrário, com o agravamento do problema.
Como acontece a circulação em nosso corpo?
O sistema circulatório é um circuito fechado formado por artérias, veias, vasos linfáticos e coração. Nesse sistema o coração funciona como uma "bomba" e a cada sístole ventricular (contração do coração) impulsiona o sangue para a aorta, que então propaga o sangue para o resto do corpo. O retorno desse sangue para o coração é feito pelas veias (sistema venoso) com a ajuda do sistema linfático, que transporta a linfa, que, por sua vez, tem o papel de reabsorver líquidos e proteínas, completando assim todo o ciclo. Existe, portanto, o sistema de irrigação, que é o arterial, e os dois sistemas de drenagem, que são o venoso e o linfático.
O que é o líquido linfático?
A linfa difere do sangue, o sangue rico em Oxigênio e nutrientes que vem pelos capilares artérias irá alimentar as células do corpo. Os capilares artérias liberam este plasma no interstício para alimenta as células ( onde é feito a troca de oxigênio e nutrientes por Gás carbônico e resíduos metabólicos ), uma pequena parte do líquido fica acumulada no interstício, pois a pressão dos capilares venosos é mais alta que o interstício. Como o sistema linfático tem um pressão negativa em torno de –3mmhg, fazendo com que a haja uma pequena sucção; que passa por dentro dos capilares linfáticos, recebe a denominação de linfa, apresentando uma composição semelhante à do plasma sanguíneo. É composta de uma combinação de proteínas, uréia, linfócitos e sais minerais. O corpo humano tem mais de 10 litros de linfa (aproximadamente 16% do peso corporal).

Qual o papel da linfa?
A via linfática tem grande importância no transporte de proteínas de alto peso molecular dos tecidos para os vasos. Está no centro dos intercâmbios fundamentais da vida celular e cumpre um papel insubstituível no transporte de algumas substâncias pela circulação capilar. Ajuda a eliminar o excesso de líquidos e produtos que deixaram a corrente sanguínea e interagiram com o meio local. Outra função importante é a imunológica. A linfa inicial é "pobre" em células de defesa e, durante seu trajeto pelos linfonodos (gânglios), é enriquecida por células com função imunológica. Funciona como uma verdadeira "lixeira" do organismo.
Como se manifesta uma circulação linfática deficiente?
Quando o sistema circulatório não cumpre corretamente sua função, o corpo fica sobrecarregado por um excesso de líquidos, que não consegue absorver. Na maioria dos casos, esse fenômeno se traduz por sintomas como celulite ou retenção de líquidos, peso nas pernas ou aparecimento de edema (inchaço), mais conhecido como linfedema.
Que tipos de problema a drenagem linfática pode melhorar?
Pode melhorar alguns tipos de edema e auxilia como coadjuvante no tratamento da celulite, já que melhora a drenagem da linfa e do sistema circulatório em geral. É também indicada nas pós-cirurgias estéticas, como lipoaspiração ou lipoescultura, acelerando a recuperação, evitando a fibrose e amenizando o edema pós-cirúrgico.
Como se faz a drenagem linfática?
A drenagem linfática é realizada à base de pressões com os dedos ou as mãos de acordo com a zona do corpo. As manobras devem ser suaves e superficiais com movimentos de deslizamento sobre o trajeto dos vasos linfáticos e de compressão (bombeamento) na região dos linfonodos (gânglios), como na região das axilas, do pescoço e inguinal (virilhas). A pressão exercida deve seguir sempre o sentido fisiológico da drenagem, ou seja, dos membros em direção ao tronco.
Quais os resultados estéticos?
A grande maioria dos profissionais utiliza a drenagem linfática como coadjuvante no tratamento de celulite, envelhecimento e edemas da pele, em rugas ou bolsas que formam papadas, pernas pesadas e nos quadris. Pode ser utilizada também no combate ao estresse e ao cansaço em geral. Mas é sempre bom lembrar e recomendar que a drenagem linfática com finalidade estética deve ser praticada por profissionais com formação específica.
Além disso, a drenagem é apenas mais uma ferramenta nesses tipos de tratamento.
Quais as contra-indicações?
A principal contra-indicação da aplicação de drenagem linfática é para o paciente com histórico de tumor (câncer), pois com esse método poderíamos estar "disseminando" células cancerosas, e ainda para pacientes na vigência de infecções e afecções cutâneas, como doenças de pele, dermatoses, entre outras, a ser devidamente verificadas. É bom ficar atento quando o quadro não melhora. Se o local fica ainda mais inchado ou dolorido, é sinal de que a massagem não está sendo aplicada corretamente ou não é indicada ao caso.
O que a paciente deve fazer para que o tratamento possa ter um resultado mais positivo?
Uma boa e variada dieta alimentar, ou seja, uma reeducação alimentar com hábitos mais saudáveis, evitando frituras, gordura, álcool, enlatados, vida sedentária e incluindo em sua rotina diária exercícios físicos ou esporte. Recomenda-se não ingerir sal em excesso nem usar roupas justas e salto alto. Deve-se tomar mais água, no mínimo 2 litros por dia, e comer muita fibra.

Drenagem Lifática

Dr:Sidercley Santos da silva:
Fisioterapeuta
Crefito:14010ltf

Drenagem linfàtica:


Facial e Corporal
O Que É ?
Sua finalidade principal é esvaziar os líquidos exsudados e os resíduos metabólicos pelo meio de manobras nas vias linfáticas e nos linfonados.
As indicações da drenagem linfática tem-se ampliado, mas nem sempre são realizados de um modo correto.
Para que seja realizado de um modo correto e com finalidade científica é importante o conhecimento da anatomia e funcionamento do sistema linfático e a correta indicação da patologia.
Pode ser manual ou realizada por aparelhos.
O sistema linfático representa uma via auxiliar de drenagem do sistema venoso.
Líquidos provenientes do interstício (entre tecidos) são devolvidos ao sangue através da circulação linfática, que está ligada à circulação sangüinea e aos líquidos teciduais.
O Sistema Linfático é Composto por:
Linfa
Via linfáticas
1 Capilares linfáticos
2 Vasos linfáticos
3 Troncos linfáticos
Tecidos Linfóides
1 Gânglios linfáticos
2 Baço
3 Amídalas
4 Timo
Quando ocorre traumatismo com secção (corte) de partes moles, ocorre a formação de novos vasos linfáticos. Assim, a exemplo dos casos de cirurgia que afetam os vasos linfáticos , a formação de novos vasos ocorre em uma semana, restabelecendo a drenagem.
Edema Persistente
Geralmente, quando ocorre lesão mais extensa, ou, em casos de infecção importante que venha a prejudicar a formação de novos vasos linfáticos, pode instalar-se um quadro de edema persistente.
A circulação sangüinea realiza um "circuito fechado". A circulação linfática de sua rede é imensa, constituída por "lagos" ou sinus no interior dos tecidos e dos órgãos, seguidos por vasos de diversos tamanhos , a rede linfática é duas vezes mais extensa que a rede sangüinea.
É uma circulação lenta. Perde velocidade com qualquer alteração nos tecidos que esmaguem os delicados vasos, como edemas, hematomas, contrações musculares, baixa pressão sangüinea e outras alterações.
É bastante ramificada ao nível de sua rede superficial, dérmica, que se interconecta com sua rede profunda, quanto ao nível de suas múltiplas conexões ganglionares.
A imunidade adquirida é conseqüência do tecido linfóide, localizado principalmente nos linfonodos, como também no baço, nas áreas submucosas do aparelho gastrintestinal, na medula óssea.
Devido à distribuição do tecido linfóide pelo corpo, os organismos invasores ou toxinas são indentificados antes que passem a se espalhar muito pelo corpo.
Os linfonodos são estruturas iumunologicamente ativas e estão organizadas em grupos no trajeto dos vasos linfáticos.
São eles:
1 Cervicais
2 Axilares
3 inguinais
Há também os:
1 os occipitais
2 retro-auriculares
3 parotídeos
4 submandibulares
5 mediastinais
6 mesentéricos
7 poplíteos
8 e outros...
Quando a linfa passa pelos linfonodos, ela é filtrada de toda a substância estranha que fica "presa" no linfonodo.
A composição da linfa é bastante variável, pois ela vai coletando substância ao longo do seu trajeto pelo corpo.
Ação Fisiológica das Manobras de Drenagem
1 Dinamização do peristaltismo dos coletores e, consequentemente, aumento do ritmo natural que se prolonga por horas após a drenagem.
2 Desentupimento sistemático das vias de acesso à região afetada
3 Suaviazação e "desfibragem" minuciosa da organização conjuntiva.
4 Solicitação máxima da reabsorção
5 Eliminação progressiva nas principais zonas de drenagem da estase (estagnação) dos tecidos e de todos os resíduos tóxicos resultantes do traumatismo.
Efeitos Positivos
1 Melhor oxigenação
2 Melhora a defesa e ação antiinflamatória
3 Aumento do potencial reparador
4 Dinamização de todos os processos catalisadores de uma boa cicatrização
Indicação Para Drenagem Linfática Corporal
Lipodistrofia ginóide (celulite) e gordura localizada pré e pós-cirurgia plástica e pós-lipoaspiração
Contra Indicações
Câncer, febre, afecções cutâneas, insuficiência cardíaca.
Indicações Estéticas da Drenagem Facial
1 Pré e pós-cirurgia plástica
2 Tratamentos de revitalização facial

Ficha de Avaliação

Dr: Sidercley Santos da Silva
Ficha de Avaliação fisioterapeutica/ RPG:

Anamnese:

Nome:____________________________________Data da avaliação:____/_____/____
Data de nascimento:_______/_____/_____Sexo: M ( ) F ( ) Raça:___________Estado civil:________Acompanhante:__________________________Telefones: (Resd.);_____________(Com.);_____________(Cel.)_____________Profissão:___________________________Desde:___________________Ativo: ( ) Sim ( ) Não Endereço:_______________________________________________Cidade:__________________
Estado:_______Médico(a):__________________________________Encaminhado Por:_________________________________________________Predominância: MS: ( )direito ( )esquerdo MI :( )direito ( )esquerdo Diagnóstico Clinico:______________________________________________________________________
Q.P:___________________________________________________________________
H.D.A:_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________H.P.P:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Posição em que sente mais dor:_____________________________________________
Cirurgias:______________________________________________________________
Medicações atuais:_______________________________________________________
Exames Complimentares:__________________________________________________
Tabagista ( ) Etilista ( ) Sedentário ( ) Hipertenso ( ) Diabetes ( ) Obeso ( )
Metas do paciente:_______________________________________________________
Observações_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Exame Fisico:

Inspeção Geral: Edemas___________________________________________________
Cicatrizes:______________________________________________________________
Abdomem: Ptose( )___________Flácido( ) Tipo de Tórax: ( )Normal ( )Barril ( )Cifoescoliose ( )Pectus Escavatum ( )Pectus Carinatum Padrão Respiratório: ( ) Regular ( )Inrregular ( ) misto ( )Torácíco ( )Abdominal
Dispnéia: ( )Rep. ( )Peq. Esf. ( )Méd. Esf. ( )Gde. esf. ( )Decúbito ( )Ausente
Palpação: MI_________________________MS____________________________Exp Torácica_____________________________Flexibilidade_______________________
Escala de dor analógica visual númerica: ( 0 a 10 ) 1----2----3----4----5----6----7----8----9----10- Avaliação articular: (goniometria):________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Avaliação muscular (° de força):____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Perimetria:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Flexibilidade:____________________________________________________________________________________________________________________________________________Encurtamentos Deformidades:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Padrão da marcha:______________________________________________Diagnóstico fisioterapêutico:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Orientações: (domiciliares, ergonómicas, auto-tratamento)__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Objetivos do Tratamento:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Plano de Tratamento:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Avaliação Postural/RPG

Nome:_________________________________________________________________
Idade:_____________Dt. Nasc:___/____/____Profissão:_________________________
Médico Responsável:______________________________________________________
Diagnóstico:____________________________________________________________
Medicação Atual:________________________________________________________
Queixa Principal:____________________________________________________________________________________________________________________________________________
História Patológica Pregressa:____________________________________________________________________________________________________________________________________________
Posição em que senti mais Dor:____________________________________________________________________________________________________________________________________________

Pé: pc em posição d passo; traçar uma linha da cabeça do1° metatarso, navicular e maleolo medial: ( )Normal( )D ( )E ( )Pé Plano linha navicular acima da reta ( )D ( )E Pé Côncavo linha navicular abaixo da reta ( )D ( )E
Calcâneo: pc em pé pernas separadas 10cm; Normal tendão de aquiles reto ( )D ( )E Calcâneo Valgo tendão de aquiles medializado ( )D ( )E Calcâneo Varo tendão de aquiles lateralizado ( )D ( )E.

Vista anterior
Joelho: pc de pé o terapeuta pede ao pc para aproximar as duas pernas Valgo ( )D ( )E se os côndilos tocam primeiro. Alterações rotação externa de quadril + pé plano podendo levar ao flexo. Joelho Varo: ( )D ( )E se os maléolos tovam primeiro. Alterações rotação interna de quadril + pé cavo, rotação interna do côndilo, rotação externa da tibia e podendo levar a hiperextenção. Normal se ambos encostam ao mesmo tempo.

Vista lateral: Observar se a flexo ou hiperextenção.
Normal:175° Hiperextenção: Acima de 175° Flexo Abaixo de 175°
Paciente em pé o terapeuta com os dois polegares pontua os côndilos.
Polegar que está posicionado no condilo lateral estiver afrente do medial rotação interna de joelho. ( )D ( )E. Se ocorre ao contrário, trata-se de uma rotação externa. ( )D ( )E
Normal quando os polegares estiverem alinhados. ( )D ( )E.


Pelve Vista Anterior e Posterior
Observar altura das cristas iliacas e possiveis rotações no plano frontal.
Vista Lateral
Observar se ocorre anteversão ou retroversão.

Paciente em dv terapeuta palpa cristas ilíacas; Palpar processos espinhososde l4 até s2; Medir 2 dedos do paciente para os lados encontrar segundo forame do sacro logo após medir 3 dedos do pc para baixo encontrar EIPI e Palpar EIAS.
( ) Anteversão ( ) Rotação p/ o lado direito EIAS estiver abaixo da EIPI
( ) Retroversão ( ) Rotação p/ esquerda EIAS estiver acima da EIPI
( ) Normal ( ) Sem rotação

Verificação do Ilíaco
pc em pé terapeuta palpando os fores do sacro, pc realiza flexão anterior lado da lesão e o lado em que a EIPS acompanha mais a flexão do tronco.

Coluna Lombar
( ) Hiperlordose: pc em DD terapeuta flexiona o quadril do pc à 90° e joelhos fletidos.
O terapeuta com a região ventral, nos processo espinhosos do pc lordose quando os processos espinhos do pc não tocam a mão do terapeuta.
( ) Retificada: pc em DV MS ao longo do corpo e MI em extenção, se a curvatura lombar estiver ausente indica retificação lombar.
( ) Normal quando a curvatura lombar estiver mantida no teste acima.

Coluna Dorsal
( ) Hipercifose dividir a coluna toracíca em três quadrantes T12 à T8 à T4 à T1 Observar se a mais curvaturas.
( ) Retificada observar se a mais retificações processos espinhosos ausentes a palapação contratura dos paravertebrais.
( ) Lordose diafragmática ( ) Gibosidade DI ou ES ( ) Normal.

Coluna Cervical
( ) Hiperlordose palpar c7 flexo-extensão o dedo eve mover junto, colocar o polegar em c7 e os demais dedos na base do occipital. Se a falange do indicador recuar em relação o polegar = a lordose.
( ) Retificada se a falange do indicador ultrapassar o polegar= cervical retificada.
( ) Normal formam um C as falangens dos 2°, 3°, 4° e 5° dedos estiverem simétricas ao polegar.

Ombros
( ) E ( ) D Elevados se da devido ao encurtamento de trapézio e escalenos
( ) E ( ) D Protusão vertival ( ) Retruso
( ) E ( ) D Deprimidos se da devido ao encurtamento do peitoral menor e maior
( ) E ( ) D Protusão horizontal
( ) Normal

Clavículas
Marcar dois ponto do Ápice do Acrômio ate a Extremidade external da Clavicula.
( ) E ( ) D Verticalizada angulo menor que 20° encutamentos dos musculos elevadores da escapula, com ênfase trapezio fibras superior e peitoral maior
( ) E ( ) D Hrizontalizada angulo maior que 20° tração das 1°s costelas pelo encurtamento de escalenos
( ) Normal angulo igual à 20 graus

Escápula
Paciente em pé o terapeuta pedi ao pc para colocar três dedos proximo aos processos espinhos borda medial da escapula.
( ) E ( ) D Aduzida é quando a distância for menor que três dedos do pc encurtamento dos músculos trapézio e rombóides
( ) E ( ) D A bduzida é quando a distância for maior que três dedos do pc encurtamento dos músculos serrátil, peitorais maior e menor e grand dorsal.
( ) E ( ) D Báscula lateral se o ângulo inferior estiver afastado encutamento trapézio superior.
( ) E ( ) D Báscula medial se o ângulo inferior estiver mais próximo dos processos espinhosos encurtamento elevador da escapula.
( ) E ( ) D Protusão vertical as claviculas formam um V isso é causado pelo encurtamento do peitoral menor.
( ) E ( ) D Protusão horizontal as mãos vão para frente, peitoral maior fibras horizontais.
( ) E ( ) D Escapula Alada ocorre o deslocamento do ângulo inferior da escápula.

Cabeça
Cotovelo do terapeuta apoiado na dorsal do pc com o punho estendido.
( ) E ( )D Anteriorizada ocorre quando a cabeça do pc não toca a mão do terapeuta encutamentos dos músculos anteriores.
( ) E ( ) D Posteriorizada ocorre quando a cabeça estende o punho do terapeuta encurtamento de paravertebrais que se insere na região occipital ou na coluna cervical.
( ) E ( ) D Inclinada encurtamento de trapézio e escaleno para o mesmo lado da inclinaçaõ.
( ) Inclinada para um lado e Rotação para o lado oposto encurtamento de escalenos do mesmo lado e ECOM do lado oposto.
( ) Normal ocorre quando a cabeça toca a mão do terapeuta.


Reequilibraçaõ cadeia anterior: Flexibilidade geral cadeia posterior:

Endireitamento lombar Tornozelo
( ) consegue sem auxílio ( ) abertura de ângulo
( ) ¨ ¨ com auxílio ( ) fechamento de ângulo
( ) não consegue ( ) normal

Cabeça Joelho
( ) anteriorizada ( ) flexo
( ) posteriorizada ( ) recurvatum
( ) normal ( ) normal

Cervical Coxo femural
( ) lordose ( ) E ( ) D = 90°
( ) retificada ( ) E ( ) D < 90° ( ) normal Dorsal Retificações vertebrais ( ) cifose ( ) não tem ( ) retificada ( ) tem ( ) normal Esterno Cervical ( ) móvel ( ) distencionada e sem dor ( ) pouco móvel ( ) tensa ( ) ou imóvel ( ) com dor ( ) sem dor Joelho ( ) E ( ) D = 15° Dorsal ( ) ( ) > 15° ( ) gibosidade

Tornozelo Distância mão / chão
( ) E ( ) D ( ) dedo médio no chão
( ) E ( ) D não encostou



____________________Cadeia Anterior__________________Cadeia Posterior
Pés__________________( ) Plano ___________________( ) Cavo
Joelho_______________( ) Valgo ____________________( ) Varo
Pelve________________( ) Anteversão___________________( ) Retroversão
Coluna Lombar_______( ) Hiperlordose__________________( ) Hiperlordose
( ) Retificada
Coluna Dorsal________( ) Cifose_______________________( ) Retificada
( ) Lord. diafragmática
Ombros___________( ) Protuso__________________( ) retruso
Avaliação das cadeias( )Reequilibração___________( ) Flexibilidade
Posição de dor_____( ) Dor em ângilo aberto_______( ) Ângilo fechado

Total:___________________________________________________________

Escolha da Postura:_______________________________________________

terça-feira, 26 de abril de 2011

Testes para Tornozelo

Testes para Tornozelo

- Teste de Thompson: detecta rupturas no tendão de Aquiles. O paciente é colocado em DV ou de joelhos com os pés estendidos sobre a borda da cama. O terço médio da panturrilha é comprimido pelo examinador, e em caso de ausência de uma flexão plantar normal, deve-se suspeitar de ruptura do tendão de Aquiles.


- Sinal de Homan: detecta a existência de Estenose Venosa Profunda, na parte inferior da perna. O tornozelo é dorsifletido passivamente observando-se qualquer aumento repentino de dor na panturrilha ou no espaço poplíteo.


- Sinal de Gaveta Anterior: identifica instabilidade ligamentar do tornozelo. O paciente deita-se em DD e o examinador estabiliza a parte distal da tíbia e fíbula com uma mão enquanto segura o pé em 20o de flexão plantar com a outra mão. O teste é positivo se, ao trazer o talus para frente no encaixe do tornozelo, a translação anterior for maior do que a do lado não afetado.


- Teste de Kleiger: detecta lesões no ligamento deltóide. O paciente está sentado com os joelhos em 90o. O examinador segura o pé do paciente e tenta abduzir o ante-pé. O teste é positivo se o paciente se queixar de dor medial e lateralmente. O examinador pode sentir o talus se deslocar levemente do maléolo medial.


- Inclinação Talar: identifica lesões do ligamento calcaneofibular. O paciente está em DD ou em DL com o joelho fletido a 90o. Com o pé em posição neutra, o talus é inclinado medialmente. O teste é positivo se a adução do lado afetado for excessiva.

 
 

Testes para Joelho:

Testes para Joelho:
- Membros Pendentes: 
paciente em DV com as pernas para fora da maca observar o tensionamento dos ísquios tíbiais.


- Flexão e Extensão (ativa e passiva): observar o grau de força muscular, sempre testando primeiro ativamente e depois passivamente.


- Patela : verificar se há liquido em excesso; teste do rechaço (percutir com 2 dedos em cima da patela e observar se ela vai flutuar). Observar também o movimento dela (passivamente), se há crepitação ou hipersensibilidade.


- Teste para Joelho de Saltador: impõem-se resistência contra o movimento de extensão do joelho, detecta tendinite patelar (infra, supra) ou do quadríceps (acima de 3 dedos). 


- Teste da Gaveta Anterior: detecta instabilidade anterior do joelho. O paciente deita em DD com o joelho fletido a 90o. O examinador senta-se sobre o ante-pé do paciente. Com o pé do paciente em rotação neutra, o examinador puxa para frente segurando na parte proximal da panturrilha. Ambos os membros inferiores são testados. O teste é positivo se houver movimento anterior excessivo da tíbia em relação ao fêmur.


- Teste Cruzado: detecta instabilidade ântero-lateral do joelho. Com o paciente em pé e com a perna não afetada cruzada sobre a perna de teste, o examinador firma o pé da perna de teste pondo o seu próprio pé cuidadosamente sobre ele. O paciente roda o dorso superior para o lado oposto da perna lesada aproximadamente 90o. Nesta posição o paciente é solicitado a contrair os músculos do quadríceps. Se a contração produzir uma sensação de "falha" no joelho, então o teste é positivo.


- Teste de Godfrey: detecta frouxidão do LCP. Paciente DD, segura-se a perna do paciente distalmente em 80o. Teste positivo se houver um deslizamento da tíbia posteriormente.


- Childress: detecta lesão meniscal. Paciente irá agachar-se com uma perna fletida e a outra estendida. Pedir para ele se levantar; caso haja lesão meniscal o paciente irá relatar dor neste movimento.


- Teste de Hugston (sinal de solavanco): identifica a presença de instabilidade rotatória ântero-lateral do joelho. O paciente deita em DD com o joelho fletido em 90o. O examinador segura o pé do paciente com uma mão enquanto a outra mão apóia-se sobre a face lateral proximal da perna distalmente ao joelho. Uma força em valgo é aplicada no joelho e a tíbia é rodada internamente enquanto o joelho é lentamente estendido. O teste é positivo se, quando o joelho é gradualmente estendido, entre 30o e 40o de flexão o platô tibial lateral repentinamente subluxa para frente com uma sensação de solavanco.


- Teste de Lachman: identifica lesão no ligamento cruzado anterior (LCA). O paciente deita-se em DD e o examinador estabiliza o fêmur distal com uma mão e segura a tíbia proximal com a outra mão. Com o joelho mantido em flexão leve, a tíbia é movimentada para frente sobre o fêmur. O teste é positivo quando há uma sensação final macia e um movimento excessivo da tíbia.


- Teste de Pivô Shift: deslizamento do pivô ( platô tibial) em relação ao fêmur. Realiza-se uma rotação interna (inversão) com flexão da..... . Detecta lesão do LCA. 


- Teste de Losee: identifica instabilidade rotatória ântero-lateral do joelho. Com o paciente em DD e relaxado, o examinador apóia o pé do paciente de modo que o joelho fique fletido a 30o e a perna externamente rodada e encostada no abdômen do examinador. Mão na fíbula + extensão da perna + rot. int.(inversão) + apoio em valgo no joelho.


Teste MacIntosh (deslocamento pivô lateral): identifica instabilidade rotatória ântero-lateral. O examinador segura a perna com uma mão e coloca a outra mão sobre a face lateral proximal. Com o joelho em extensão, aplica-se uma força em valgo e roda-se internamente a perna enquanto o joelho é fletido. Entre 30o a 40o de flexão, observa-se um salto repentino quando o platô tibial lateral, o qual tinha subluxado anteriormente em relação ao côndilo femoral, repentinamente se reduz.


- Teste Slocum ALRI: identifica instabilidade rotatória ântero-lateral. O paciente deita-se em DL sobre a perna não afetada, com os quadris e joelhos fletidos a 45o. O pé da perna de teste é apoiado sobre a mesa em rotação medial com o joelho em extensão. O examinador aplica uma força em valgo no joelho enquanto o flete. O teste é positivo se a subluxação do joelho é reduzida entre 25o e 45o.


- Teste de Slocum: identifica lesão ântero-lateral do joelho. O paciente é posicionado em DD, com o joelho fletido a 90o e o quadril fletido a 45o. o examinador senta-se sobre o pé do paciente, o qual está rodado internamente a 30o. o examinador segura a tíbia e aplica sobre ela uma força direcionada anteriormente. O teste é positivo se o movimento tibial ocorre primeiramente do lado lateral. O teste também pode ser usado para identificar instabilidade rotatória ântero-medial. Esta versão do teste é feita com o pé rodado lateralmente a 15o; o teste é positivo se o movimento tibial ocorre primariamente no lado medial.


- Teste do Toque ou Deslizamento (esfregadela): identifica um derrame leve no joelho. Começando abaixo da linha articular na face medial da patela, o examinador desliza proximalmente a palma e os dedos até a bolsa suprapatelar. Com a mão oposta, o examinador desliza os dedos sobre a face lateral da patela. O teste é positivo se uma onda de líquido aparece como uma leve saliência na borda distal medial da patela.


- Teste do Golpe Patelar: identifica derrame articular significativo. O joelho é fletido ou estendido até o desconforto e o examinador bate levemente sobre a superfície da patela. O teste é positivo se o examinador sentir flutuação da patela.


- Teste de Estresse da Adução (varo): o examinador aplica um estresse varo no joelho do paciente enquanto o tornozelo está estabilizado. O teste é feito com o joelho do paciente em extensão completa e então com 20o a 30o de flexão. Um teste positivo com o joelho estendido sugere um rompimento importante dos ligamentos do joelho, enquanto que um teste positivo com o joelho fletido é indicativo de lesão de ligamento colateral lateral.


- Teste de Estresse da abdução (valgo): o examinador aplica um estresse valgo no joelho do paciente enquanto o tornozelo está estabilizado. O teste é feito primeiramente com o joelho em extensão completa e depois repetido com o joelho a 20o de flexão. O movimento excessivo da tíbia distanciando-se do fêmur indica um teste positivo. Os achados positivos com o joelho em extensão completa indicam um rompimento importante dos ligamentos do joelho. Um teste positivo com o joelho fletido é indicativo de lesão do ligamento colateral medial.


- Teste de compressão de Apley: detecta lesões meniscais. O paciente deita-se em DV com os joelhos fletidos a 90o. O examinador aplica uma força compressora na planta do pé e faz uma rotação interna e externamente. O teste é positivo se o paciente relata dor em qualquer lado do joelho, sendo indicador de lesão meniscal no respectivo lado.


- Teste de Desvio à Palpação de Steinman: com o paciente em DD, flexionar o quadril e o joelho a 90 graus. Colocar os dedos polegar e indicador sobre as linhas articulares medial e lateral do joelho respectivamente. Com a mão oposta, pegar o tornozelo e alternadamente , flexionar e estender o joelho enquanto você palpa a linha articular. Quando o joelho é estendido, o menisco move-se para frente; e quando é flexionado, o menisco move-se para trás. Se o paciente sentir a "dor" mover-se anteriormente na extensão, ou posteriormente quando o joelho é flexionado; então é suspeitada uma ruptura ou lesão do menisco.


- Teste de tração de Apley: detecta lesão ligamentar. O paciente na mesma posição do teste acima, só que se fazendo uma tração no lugar de uma compressão. O teste dará positivo se o paciente relatar dor.


- Teste de Retorno: identifica lesões meniscais. O paciente deita-se em DD e o examinador segura o calcanhar do paciente com a palma da mão. O joelho do paciente é fletido totalmente e então estendido passivamente. Se a extensão não for completa ou apresentar uma sensação elástica ("bloqueio elástico"), o teste é positivo.


- Teste de Helfet: identifica lesões meniscais. O mecanismo de "parafuso" é observado durante a extensão completa. Com um menisco lacerado e bloqueado a articulação, o tubérculo tíbial permanece levemente medial em relação à linha média da patela, impedindo o ;limite final da rotação externa.


- Teste da Plica de Hughston: identifica uma plica suprapatelar anormal. O paciente em DD o examinador flete o joelho e roda medialmente a tíbia com braço e mão enquanto que, com a outra mão, a patela é levemente deslocada medialmente com os dedos sobre o curso da plica. O teste é positivo se um "pop" é provocado na plica enquanto o joelho é fletido e estendido pelo examinador.


- Teste de McMurray: identifica lesões meniscais. Com o paciente em DD, o examinador segura o pé com uma mão a palpa a linha articular com a outra. O joelho é fletido completamente e a tíbia movimentada para frente e para trás e então mantida alternadamente em rotação interna e externa enquanto o joelho é estendido. Um clique ou crepitação pode ser sentido na linha articular no caso de lesão meniscal posterior, quando o joelho é estendido.


- Teste de O’Donogue: detecta lesões meniscais ou irritação capsular. O paciente deita-se em DD e o examinador flete o joelho em 90o, roda-o medialmente e lateralmente 2 vezes e então o flete completamente e roda-o novamente. O teste é positivo se a dor aumentar na rotação.

- Teste de Wilson: identifica osteocondrite dissecante. O paciente senta-se com a perna na posição pendente. O paciente estende o joelho com a tíbia rodada medialmente até a dor aumentar. O teste é repetido com a tíbia rodada lateralmente durante a extensão. O teste é positivo se não houver dor quando a tíbia estiver rodada lateralmente.

- Teste de Apreensão: identifica deslocamento da patela. O paciente deita-se em DD com o joelho em 30o de flexão. O examinador cuidadosa lentamente desloca a patela lateralmente. Se o paciente parece apreensivo e tenta contrair o quadríceps para trazer a patela de volta à posição neutra, o teste é positivo.


- Sinal de Clarke: identifica a presença de condromalácia da patela. O paciente deita-se relaxado com os joelhos estendidos enquanto o examinador pressiona proximalmente à base da patela com a mão. O paciente então solicitado a contrair o quadríceps enquanto o examinador aplica mais força. O teste é positivo se o paciente não consegue completar a contração sem dor.


- Teste de Perkin: para sensibilidade patelar, com o joelho apoiado em extensão completa, as bordas das facetas medial e lateral são palpadas enquanto a patela é deslocada medial e lateralmente. No caso de condromálacia, esta manobra revela graus variáveis de sensibilidade.


- Teste de Waldron: identifica condromalácia da patela. O paciente faz diversas flexões lentas e acentuadas do joelho enquanto o examinador palpa a patela. O teste é positivo no caso de dor e crepitação durante o movimento.


- Teste de Recurvatum na Rotação Externa: detecta instabilidade rotatória póstero-lateral do joelho. Existem 2 métodos para esse teste. Ambos são feitos com o paciente em DD:
Primeiro Modo: o examinador eleva as pernas do paciente segurando no hálux do paciente. O teste é positivo se o tubérculo tibial roda lateralmente enquanto o joelho faz um recurvatum.
Segundo modo: o examinador flete o joelho a 30o ou 40o. O joelho então é lentamente estendido enquanto a outra mão do examinador segura a face póstero lateral do joelho para palpar o movimento. O teste é positivo no caso de hiperextensão e rotação lateral excessiva no membro lesado.


- Teste de Gaveta Póstero lateral de Hughston: detecta a presença de instabilidade rotatória posterolateral do joelho. O procedimento é semelhante ao teste postero-medial de Hughston, exceto que o pé do paciente é levemente rodado lateralmente. O teste é positivo se a tíbia roda posteriormente em demasia sobre a face lateral quando o examinador a puxa posteriormente.


- Teste da Gaveta Póstero medial de Hughston: identifica instabilidade rotatória posteromedial do joelho. O paciente em DD com o joelho fletido a 90o. O examinador fixa o pé em leve rotação.


- Gaveta ativa do Quadríceps (LCP): senta-se no pé do paciente, em um ângulo de 90o, e pede-se que empurre o pé ativamente.

Testes para Quadril:


Testes para Membros Inferiores:


Testes para Quadril:
- Teste de Patrick:
 usado para detectar artrite no quadril. Paciente em DD, o joelho é fletido, abduzido e rodado externamente até o maléolo lateral se apoiar no joelho oposto logo acima da patela. Nesta posição o joelho do lado a ser testado é levemente forçado para baixo; se ocorrer dor, o teste é positivo.


- Teste de Ober: usado para detectar contraturas da banda iliotibial. Paciente em DL, o membro inferior em contato com a mesa é fletido. O outro membro inferior, o qual está sendo testado, é abduzido e estendido. O joelho desse membro é fletido a 90o. o examinador então solta o membro para que volte para mesa; se o membro não voltar, o teste é positivo.


- Teste de Ortolani: identifica deslocamento congênito do quadril em lactentes. O lactente é posicionado em DD com os quadris fletidos a 90o e joelhos totalmente fletidos. O examinador segura as pernas dos lactentes de modo que seus polegares posicionem-se na parte medial das coxas e dos dedos na parte lateral das coxas do lactente. As coxas são abduzidas delicadamente, e o examinador aplica uma força leve nos trocanteres maiores com os dedos de cada mão. O examinador sentirá resistência a cerca de 30o de abdução e, se houver deslocamento, sentirá um estalido na redução do deslocamento.


- Teste de Galeazzi: detecta deslocamento unilaterais congênito do quadril em crianças. A criança é posicionada em DD com os quadris fletidos a 90o e os joelhos completamente fletidos. O teste é positivo se um joelho estiver mais alto que o outro.


- Teste provocativo de Barlow: identifica instabilidade do quadril em lactentes. Com o bebê na mesma posição usada para o teste de Ortolani, o examinador estabiliza a pelve entre a sínfise e o sacro com uma mão. Com o polegar da outra mão, o examinador tenta deslocar o quadril com uma pressão posterior leve mais firme.


- Teste de Trendelenburg: identifica a presença de um quadril instável, desnivelado. O paciente fica em pé sobre a perna a ser testada. O teste é positivo se o lado não sustentador de peso não se eleva quando o paciente fica em pé sobre um apoio (somente em um membro inferior, direito ou esquerdo). O teste positivo pode ser provocado por um deslocamento do quadril, fraqueza dos abdutores do quadril ou coxa vara.

Testes para Dedos:

Testes para Dedos:
- Teste de esforço em Varo e Valgo:
 testam a integridade dos ligamentos colaterais e da cápsula que rodeia as articulações. Com uma preensão em pinça, pegar a articulação suspeita (interfalangeana distal ou proximal) com uma mão. Com a mão oposta, pegar como pinça o osso adjacente e colocar um esforço em varo ou em valgo na articulação. Se dor for provocada (teste positivo), então uma entorse capsular, subluxação ou luxação da articulação serão suspeitadas; e uma frouxidão pode indicar uma ruptura na cápsula articular ou nos ligamentos colaterais, secundária a trauma.


- Teste do extensor comum dos dedos: com os dedos flexionados, instruir o paciente para estendê-los. Incapacidade de estender qualquer dos dedos, é indicadora de uma lesão desta porção particular do tendão extensor comum dos dedos.
 

Testes para Punho:

Testes para Punho:
- Phalen Invertido:
 paciente deve estender o punho; o terapeuta deve fazer uma compressão sobre o túnel do carpo. Formigamento nos dedos (polegar, indicador, médio e metade lateral do anular) pode indicar uma compressão do nervo medial do túnel do carpo pela inflamação do retináculo flexor, luxação do osso semilunar artríticas ou tenossinovite dos tendões flexores dos dedos.


- Phalen: flexionar ambos os punhos e encostá-los, mantendo por 60 segundos. Se o paciente sentir queimação, dor , ou parestesia nos 3 primeiros dedos, o terapeuta suspeitará de uma compressão do nervo mediano ( síndrome do túnel do carpo). 


- Allen: para verificar a irrigação das artérias radial e ulnar, solicitar ao paciente que abra e feche a mão algumas vezes e liberar uma artéria de cada vez, observando a coloração da palma da mão.


- Finkelstein: testa o tendão abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar. Fechar o punho e forçá-lo medialmente. Dor distal ao processo estilóide do rádio é indicativo de tenossinovite estenosante do tendão do polegar (doença de de Quervain). 


- Tríade do túnel ulnar: inspecionar e palpar o punho do paciente, procurando dor à palpação em cima do túnel ulnar, garra do dedo anular e atrofia hipotenar. Se der positivo estes sinais, indicará compressão do nervo ulnar, possivelmente no túnel de Guyon ( síndrome de Guyon).


- Teste do pinçamento: pedir ao paciente para pinçar um pedaço de papel entre os dedos do polegar, indicador e médio por 1min. enquanto o terapeuta tenta tirá-lo. Com a compressão do nervo mediano, o paciente poderá, se o teste for positivo, referir entorpecimento e/ou caimbras dos dedos daquela região.
 

Testes para Cotovelo:

Testes para Cotovelo:

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 Teste para Epicondilite Medial (golfista): paciente sentado, estende o cotovelo e supina a mão; paciente vai flexionar o punho contra resistência. Os tendões que flexionam o punho estão fixados ao epicondilo medial. Se for provocado dor no epicôndilo medial, deve-se suspeitar de sua inflamação (epicondilite).


- Teste para Epicondilite Lateral (tenista): fixar o antebraço em pronação, e pedir para o paciente para fechar e estender o punho. A seguir, forçar o punho estendido para flexão contra a resistência do terapeuta. Se for provocado dor no epicôndilo lateral ( origem comum dos extensores), deverá suspeitar de epicondilite.


- Teste de Esforço de Adução: com o paciente sentado, estabilizar o braço medialmente, e colocar uma pressão de adução ( em valgo) no antebraço lateralmente. Se for provocado uma folga e dor no local, são indicadoras de instabilidade do ligamento colateral radial.


- Teste de Esforço de Abdução: com o paciente sentado, estabilizar o braço lateralmente, e colocar um pressão de abdução ( em varo) no antebraço medialmente. Se for provocado uma folga e dor no local, são indicadores de instabilidade do ligamento colateral ulnar.
 

Testes para Ombro:


Testes para Membros Superiores:

Testes para Ombro:

- Teste de Speed: braço em flexão, com antebraço estendido e supinado; colocar o dedo de uma das mãos sobre o sulco bicipital, e a mão oposta sobre o punho do paciente; paciente deve elevar o braço contra resistência. Testa o tendão do bíceps no sulco bicipital. Dor espontânea ou a palpação é indicadora de tendinite bicipital.


- Teste do S.E: braço em flexão de 90 graus, com pronação do antebraço. O paciente deve fazer a flexão do braço contra resistência. Testa o tendão do supra espinhoso. Dor na inserção do tendão S.E. pode indicar tendinite.


- Teste de Apreensão Anterior: paciente sentado; terapeuta atrás do paciente; abduzir a 90o e rodar externamente o braço afetado. A rot. ext. do braço predispõe o úmero a luxar anteriormente. Dor localizado indica uma luxação anterior crônica do ombro. Ele testa a integridade do ligamento glenoumeral inferior, da cápsula anterior, dos tendões do manguito rotador e do lábio glenóide. 


- Teste de Apreensão Posterior: paciente em DD; flexionar para frente e rodar externamente o ombro; o terapeuta deve aplicar pressão posterior no cotovelo do paciente. Dor ou desconforto localizado indicam uma instabilidade glenoumeral posterior.


- Teste de Wright: com o paciente sentado, verificar o pulso radial por 1min. Hiperabduzir o braço e verificar novamente o pulso. A diminuição ou ausência da amplitude do pulso radial, indica uma compressão da artéria e veia axilares por um m. peitoral menor espástico ou hipertrofiado, ou por um processo coracóide deformado, pois esta artéria passa por baixo do P. Me., no processo coracóide (síndrome do desfiladeiro torácico) .
 

Testes para Região Cervical:


Dr: Sidercley Santos da Silva
Avaliação e Testes para Coluna Vertebral:

Testes para Região Cervical:
O exame motor da musculatura intrínseca da coluna cervical indicam qualquer hipotonia muscular e determina a integridade do suprimento nervoso. O exame neurológico testa todo membro superior por níveis neurológicos.


Flexão: paciente sentado, fixe a parte superior do tórax (esterno) do paciente, com uma das mãos de modo a impedir a substituição a flexão do pescoço por flexão do tórax. Coloque a palma de sua mão que imprimirá resistência de encontro a testa do paciente, mantendo-a fixa de modo a estabelecer uma firme base de suporte. Em seguida peça ao paciente para fletir o pescoço vagarosamente. Quando ele o fizer, aumente gradativamente a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de suportar. Correlacione seus achados com a tabela de eficiência muscular.
 Grau de Eficiência Muscular 
Grau de Força Muscular
Descrição
0 - zeroNão há evidência de contratilidade
1 – DificultadoEvidência de pouca contratilidade, não havendo mobilidade articular
2 – SofrívelMovimento completo eliminando a gravidade
3 – Mediano Movimento completo contra a gravidade
4 – Bom Movimento completo contra a gravidade e uma pequena resistência
5 – Normal Movimentação completa contra a gravidade e contra resistência



-
 Extensão: paciente sentado, antes de testar a extensão do pescoço, coloque sua mão estabilizadora sobre a linha média da face súpero posterior do tórax e da escápula para impedir uma falsa impressão de extensão. Espalme a mão que imprimirá resistência sob a região occipital, promovendo-a assim de uma firme base de suporte. Peça ao paciente para estender o pescoço. Enquanto ele o faz, aumente gradativamente a resistência até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer. Para avaliar o tônus do trapézio durante a construção, palpar com a mão destinada a fixação.


Rotação Lateral: ficamos de pé frente ao paciente e coloque sua mão estabilizadora sobre o ombro esquerdo do paciente, o que ira impedi-lo de substituir a rotação da coluna cervical por rotação da coluna toracolombar. Espalme a mão que oferecerá resistência ao longo da margem direita da mandíbula. Peça ao paciente para rodar a cabeça em direção a sua mão que impõem-se resistência máxima que ele é capaz de suportar. P/ examina ECM (D) e mandíbula contra. Lavoral, compare os resultados.

- Inclinação Lateral: sua mão estabilizadora sobre o ombro direito do paciente, impedindo desta forma a substituição do movimento que se quer avaliar por elevação da escápula. Espalme a mão que imporá resistência por sobre a face direita da cabeça do paciente. Para obter uma firme base de resistência, a palma do examinador deverá se sobrepor à têmpora do paciente, com os dedos se estendendo posteriormente. Peça para o paciente inclinar a cabeça lateralmente em direção a sua palma, tentando encostar a orelha no ombro. Quando ele começar a inclinar a cabeça, vá gradativamente aumentando a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer.

- Tração: a tração alivia a dor causada por estreitamento do forâme neural (o que resulta na compressão nervosa), é capaz de ampliar o forâme e alivia o espasmo muscular pois obtem o relaxamento da musculatura contraída. Coloque a mão espalmada sob o queixo do paciente, enquanto que a outra mão será colocada no occipital. Em seguida eleve (tracione) a cabeça removendo o peso que ela exerce sobre o pescoço.


- Compressão: poderá auxiliar a localizar o nível neurológico da patologia que por ventura exista. Mas pode agravar a dor causada por estreitamento do forâme neural, pressão sobre e as superfícies articulares das vértebras ao a espasmo musculares. Pressione para baixo o topo da cabeça do paciente, que pode estar sentado ou deitado. Observara-se a dor é circunscrita a algum dos dermatomos.


- Teste de Valsalva: este teste aumenta a pressão intratecal. Se o canal cervical estiver tomado por alguma lesão que ocupe espaço, como os tumores e hérnia de disco cervical, mo aumento da pressão fará com que o paciente se queixe de dor. A dor poderá se irradiar pela distribuição do dermatomo correspondente a nível neurológico da patologia da coluna cervical. Peça ao paciente para prender a respiração e fazer força como se quisesse evacuar em seguida, pergunta-se se houve agravamento da dor, e em caso afirmativo peça-lhe para descrever a localização. É um teste subjetivo, que requer do paciente respostas precisas.


- Teste de Adson: serve para determinar a permeabilidade da artéria subclávia, que pode estar comprimida ou por contratura dos músculos escalenos. Não pode fazer tração. Palpe o pulso radial do paciente, continue palpando e abduza, estenda e rode externamente o braço do paciente. Em seguida, peça-lhe para prender a respiração e volver a cabeça em direção ao braço que está sendo examinado. No caso de houver compressão da artéria subclávia, o pulso radial diminuirá de amplitude, podendo até não ser mais percebido( síndrome do desfiladeiro cervical).


- Teste para Avaliar Artéria Carótida: com os seus dedos indicador e médio, pressionar ligeiramente sobre a artéria carótida de encontro ao processo transverso da vértebra cervical. Palpar cada artéria individualmente e avaliar igualdade de amplitude. Uma diferença na força dos pulsos pode indicar estenose (estreitamento de qualquer canal ou orifício) ou compressão da artéria carótida.


- Entorse X Distensão: Entorse é uma série de lesões variáveis segundo o tipo de articulação e a intensidade do traumatismo, é um mau que não chega a ocasionar luxação, resultando em traumatismo ligamentar. Distensão é uma tração excessiva e/ou violenta que provoca deslocamento ou repuxo.

Com o paciente na posição sentada, o paciente irá realizar todos os movimentos da coluna cervical em toda sua amplitude de movimentos ativamente com o terapeuta impondo-lhe uma resistência, e a seguir os movimentos serão realizados de forma passiva.
Dor durante os movimentos contra a resistência ou contração muscular isométrica significa distensão muscular. Dor durante a movimentação passiva pode indicar uma entorse de ligamentos.

Obs.: esta manobra pode ser aplicada a qualquer articulação para determinar comprometimento ligamentar ou muscular. Lembrando-se de que durante um movimento contra a resistência a principal estrutura a ser testada é o músculo, e de que durante o movimento passivo a principal estrutura a ser testada é o ligamento. Deve-se conseguir determinar entre Distensão Muscular ou Entorse Ligamentar, ou uma combinação destas.

Testes para Região Lombar:

Dá mobilidade as costas, fornece sustentação a porção superior do corpo e transmite o peso a pelve e aos MMII.

O paciente deve despir-se. A presença de sinais pilosos nas costas pode traduzir algum distúrbio na coluna. Observar se o paciente evita se curvar, torcer e promover outros movimentos.

Se o paciente apresentar-se com lombalgia localizada sem nenhum componente radicular, então espasmo muscular lombar ou capsulite facetária poderá ser suspeitada. 



- Região Ciática: para avaliar se tem hérnia de disco ou uma lesão que ocupa espaço capaz de comprimir as raízes nervosas podendo sensibilizar o nervo. Ocorre verticalmente em direção descendente na linha media da coxa e seus ramos para o músculo tendinosos da coxa e divide-se em ramos terminais tíbial e fibulares. O examinador deve fletir o quadril do paciente e localizar o ponto médio entre as tuberosidades isquiaticas e os grandes trocanteres. Então irá pressionar firmemente, palpando o nervo que é de fácil palpação.


- Flexão lateral : movimento contralateral, com dor no outro lado, tratar a cápsula articular.


- Inclinação: detecta lesão ligamentar. Fixe a crista ilíaca do paciente e pede-se para que ele incline o tronco para direita e/ou para esquerda. Compare os dois lados. Para realizar o teste passivo de inclinação fixe a pelve do paciente e segure o ombro e inclina-o para direita e depois para a esquerda. Verificar os dois lados.


- Rotação: coloque-se atrás do paciente e fixe a pelve colocando a mão sobre a crista ilíaca e outra sobre o ombro, em seguida fixe o tronco o que será conseguido rodando a pelve e o ombro posteriormente. Verificar os dois lados.


- Teste de Lasegue modificado: flexão + adução + rot. int.( inversão) + elevação da perna. Se o paciente sentir dor, suspeitar-se-á de lombociatalgia (dor ciática verdadeira).


> Stress Neural

* Nervo Femural (L2, L3 e L4): paciente em pé apóia um dos joelhos (flexionado à 90o) em uma cadeira, então pede-se que faça a inclinação lateral do tronco. Dar-se- a positivo se houver dor. Se for local o problema é na cápsula; se for irradiada para o membro inferior o problema é no nervo.


* Nervo Ciático (L4-S3): pode-se usar os testes de Lasegue (verdadeiro), Slump e Calço (paciente em pé e com o ante pé apoiado sobre um calço como por exemplo um livro, o terapeuta pede para que o paciente faça flexão do tronco. Caso positivo haverá dor).


* Nervo Mediano (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.


* Nervo Radial (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e flexão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e flexão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.


* Nervo Ulnar (C7 à T1): paciente em DD, com extensão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar abdução total de ombro, uma flexão total de cotovelo e extensão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.